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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Atendimento Suporte - Proclamação da República


HIPINFO - A Importância da Computação em Nuvem para o Varejo






















A transformação ocorrida no varejo nos últimos anos teve a influência do comércio eletrônico, redes sociais e as mais recentes tecnologias. Os compradores de hoje esperam uma experiência de consumo interativa e conectada do início ao fim. Além disso, a competição de mercado e a necessidade de sobrevivência fizeram com que os varejistas buscassem a aplicação das novas tecnologias, como a computação em nuvem.
O uso de ferramentas analíticas é um dos exemplos de como o varejo pode utilizar a análise de dados com o objetivo de identificar preferências e comportamentos individuais do cliente, oferecer novas experiências de compras e criar fidelidade. 

A cloud computing oferece ao varejo um grande potencial de mudança.

Vantagens da computação em nuvem para o setor de varejo

Certamente você deve lembrar que nos velhos tempos de implantação de tecnologia, os departamentos de TI trabalhavam com as equipes de negócios na seleção de soluções para requisitos específicos: ponto de venda, merchandising, planejamento, compra, cadeia de suprimentos e gerenciamento de clientes. No final, as equipes de fornecedores trabalhavam com negócios e TI para avaliar as soluções ao longo de um período de tempo. Em seguida, ocorria o ciclo de aprovação. A implementação era feita pelos integradores de sistemas. Um passado não tão distante, não é verdade? Para alguns, ainda uma realidade. Para este cenário, a prática mostra que a necessidade de um escalonamento de componentes como CPU, memória, espaço em disco e vários outros parâmetros, devido ao crescimento do número de usuários, transações e volume de dados, demanda um complexo processo de aquisição com prazos extensos. Um dos principais avanços gerados pela cloud computing é transformar toda essa realidade em um processo ágil e estratégico. Os varejistas podem pagar por um novo poder computacional que inclui licenças de armazenamento e software, em uma base de assinatura ou em uma base de pagamento por uso. Isso tem enormes vantagens. As empresas de varejo são caracterizadas por períodos de atividade normal intercalados com picos de alta demanda durante fins de semana, feriados, datas comemorativas e campanhas promocionais. Projetar uma infraestrutura de TI para acomodar a alta demanda significaria subutilizar a capacidade de TI por longos períodos. No modelo de computação em nuvem, é possível projetar a capacidade de TI para uma carga básica e fornecer recursos adicionais nos momentos considerados de pico. Para o mercado varejista, a computação em nuvem permite ainda benefícios relacionados ao novo cenário.
  • Os varejistas podem terceirizar o gerenciamento de infraestrutura de TI e reter aplicações críticas para a equipe interna
  • Uma vez que os varejistas estão muito preocupados com a entrega de uma excelente experiência do cliente, é possível criar rigorosos acordos de nível de serviço com fornecedores de nuvem
  • Há também uma grande vantagem financeira da computação em nuvem. As empresas de varejo podem transferir as despesas do parque computacional para despesas operacionais. Os recursos de computação, incluindo software, hardware e manutenção, são movidos para a nuvem com a responsabilidade dos provedores de nuvem, a exemplo da AWS.
Os benefícios diretos para varejistas que utilizam a nuvem incluem gerenciamento de tarefas na loja, velocidade para o mercado e relatórios em tempo real. A computação em nuvem também permite que empresas de varejo obtenham informações valiosas sobre os comportamentos e preferências de compra de seus clientes, graças aos dados gerados. Os varejistas podem personalizar ofertas e comunicação, além de obter informações necessárias para criar uma experiência personalizada.
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Fonte: SkyOne
Realização e Projeto Gráfico: Jean Saba



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

HIPINFO - Sacolas com Marca de Supermercado não Poderão ser Cobradas em SP




















Embalagens sem nome da empresa e com instruções de uso poderão ser vendidas; medida vale apenas para a capital paulista.

Supermercados da cidade de São Paulo não poderão mais cobrar por sacolinhas plásticas biodegradáveis que contenham a marca da empresa. A nova norma do PROCON (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor Paulistano) foi publicada no Diário Oficial dessa terça-feira (17/10). A medida evita que o consumidor pague por publicidade gratuita dos supermercados. Já embalagens bioplásticas que não tiverem a marca da empresa e contenham as instruções de uso padronizadas pela Prefeitura podem continuar sendo vendidas. Atualmente,o consumidor paga a partir de R$0,08 por unidade. Segundo o Procon, o estabelecimento que descumprir a nova lei poderá ser multado de acordo com a gravidade da infração, a vantagem auferida e a condição econômica do fornecedor.

Lei das sacolinhas biodegradáveis

Em vigor desde o dia 5 de abril de 2015, a lei das sacolinhas proíbe os estabelecimentos comerciais de São Paulo de distribuir as tradicionais sacolas plásticas. Em substituição, o comércio adotou uso de sacolas verdes e cinzas, que são 40% maior e biodegradáveis. O objetivo da lei é evitar que as novas sacolinhas sejam despejadas nos aterros com resíduos que não são reciclados e, assim, deixem de ser reutilizadas, prejudicando o meio ambiente. 

Fonte: Supermercado Moderno
Realização e Projeto Gráfico: Jean Saba
Imagens: Freepick



terça-feira, 3 de outubro de 2017

HIPINFO – Vendas para o Dia das Crianças























Ticket médio de presentes dos consumidores do estado de SP deve ser entre R$50,00 e R$100,00

O Dia das Crianças deve proporcionar um crescimento nas vendas de 5% e o  ticket médio de presentes dos consumidores do estado de SP deve ser entre R$50,00 e R$100,00, de acordo com a pesquisa de expectativa de vendas realizada pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de SP). 

“Estamos entrando em um cenário econômico otimista se comparado ao início do ano. Sendo assim, as datas comemorativas do último trimestre têm grande potencial para alavancar o comércio. No entanto, não devemos ignorar o cenário de incerteza política e nem comparar com anos em que as vendas estavam em alta. A situação ainda é de recessão”, afirma o presidente da FCDLESP,

Maurício Stainoff.

Fonte: Supermercado Moderno
Realização e Projeto Gráfico: Jean Saba
Imagens: Freepick

TEMA CHECKOUT - OUTUBRO ROSA

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TEMA CHECKOUT - Dia das Crianças

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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

HIPINFO - Clientes Veem Pets como Membro da Família




















Varejo Pet: 61% dos donos de animais de estimação veem seus pets como membros da família

Pesquisa feita com internautas revelou que gasto mensal com pets é de R$ 189, em média. Cifra aumenta para R$ 224 entre consumidores das classes A/B. Para quem recebe até dois salários mínimos, esse valor pode representar até 10% da renda familiar. 
Os dados são de uma pesquisa inédita realizada  pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais com internautas que possuem ou são responsáveis financeiros por um animal de estimação.
Um terço (33%) dos donos de pets admite que na hora das compras opta por itens que vão além do básico.
21% nunca deixam de comprar algo para seus animais de estimação por falta de dinheiro.
No total, 76% dos brasileiros com acesso à internet possuem animação de estimação, sendo que os mais comuns são os cachorros (79%), gatos (42%) e pássaros (17%). Completam o ranking os peixes (13%), tartarugas (6%) e roedores (5%), como coelhos, camundongos, furões e porquinhos da índia.
52% dos entrevistados compram ração premium.
37% dos animais de estimação sempre tomam banho em pet shop.
13% fazem tratamentos estéticos com frequência.
Considerando os produtos e serviços utilizados com mais frequência, a lista é liderada pelas vacinas (63%), idas ao veterinário (44%) e banhos em pet shop (37%). Outros serviços realizados constantemente e que merecem destaque são os tratamentos estéticos (13%), gastos com passeadores de cachorros (13%), tratamentos dentários (9%), tratamentos contra obesidade (8%), acompanhamento comportamental (8%), adestramento (7%) e idas a creches (7%).
Indagados sobre produtos e serviços que gostariam de adquirir, mas não o fazem por falta de condições financeiras, a pesquisa revela que planos de saúde (33%), serviços de spa (23%), assinaturas mensais de caixas com brinquedos (20%) e idas frequentes ao veterinário (20%) são os mais citados.
Comunidade Pet
A troca de experiências assume um papel fundamental entre os entrevistados: 41% dos donos de pets participam de eventos e comunidades ligadas ao universo pet, seja por meio de redes sociais (29%) ou encontros presenciais (10%). Além disso, 93% dos entrevistados assumem o hábito de procurar informações sobre os produtos e serviços que adquirem para seus pets, sendo que as referências mais comuns são com o veterinário de confiança (61%), sites especializados (47%), amigos ou familiares (32%) e redes sociais (32%).
Destino de compras
53% preferem comprar em pequenas lojas de bairro especializadas em produtos para animais.
20% optam pelas grandes redes de pet shops.
16% vão aos supermercados.
Para definir o local de compra, são levados em consideração principalmente o preço (59%), qualidade dos produtos e serviços (49%) e a confiança no estabelecimento (44%). As compras à vista predominam, seja em dinheiro (42%) ou no cartão de débito (20%). Já o cartão de crédito é usado por 34% desses consumidores.Apenas 8% associam seus pets a gastos financeiros e 46% dão preferência a lugares que permitem presença de pets. Seis em cada dez (62%) entrevistados sentem falta de espaços públicos que permitam a permanência de pets com os donos, como restaurantes, lojas, shopping centers etc. Sobre o perfil dos internautas donos de animais de estimação, a pesquisa mostra um relativo equilíbrio: 50% são mulheres contra 50% de homens; 54% pertencem às classes C, D e E e 46% às classes A e B. A maioria tem entre 25 e 44 anos (58%) e moram em casas (77%). Os que moram em apartamentos somam 23% da amostra e 82% cuidam pessoalmente de seu pet. O estudo foi feito em duas etapas. No primeiro levantamento foram ouvidas 796 consumidores com o objetivo de identificar o percentual de entrevistados que possuem animais de estimação. Em seguida, novo levantamento foi realizado com 610 casos para identificar as características das pessoas que têm animal de estimação. Resultando, uma margem de erro no geral de 3,5 p.p para o primeiro levantamento e 4,0 p.p para o segundo levantamento. Em ambos os casos trabalhou-se com um intervalo de confiança a 95%.

Fonte : Mercado e Consumo

Realização e Projeto Gráfico : Jean Saba

Imagens: Freepick


sexta-feira, 28 de julho de 2017

HIPINFO - Porque e Quando Implantar um Sistema ERP




















A cada dia que passa, inúmeras empresas iniciam uma jornada em busca de crescimento e estabilidade. Adquirir um controle total de todas as áreas da empresa passa a ser um desafio diário de quem embarca neste mar de desafios e questionamentos. Administrar um fluxo de informações provenientes de diversas áreas, tentando conjuminar em resultados positivos pode parecer possível, porém o gestor ou responsável pela tomada de decisões depende exclusivamente da qualidade das informações que são fornecidas pelas áreas. Esse fluxo de informações se torna caótico se tratando de um supermercado por exemplo. 
Você deverá comprar mais ou comprar menos? Como anda o seu fluxo de caixa? Você sabe quanto capital tem investido em seu estoque? Quantos clientes visitam sua loja? Qual produto te dá uma margem de lucro maior? Algum produto está para vencer? E de quanto é o seu ticket médio? Se você não sabe, ou não tem certeza de algumas destas poucas perguntas, saiba que seu negócio corre um SÉRIO RISCO.  A implantação do sistema ERP Hipcom nesse cenário funcionaria integrando todas as áreas, de forma automática, trabalhando e interpretando todos os dados inseridos pelas áreas, e entregando somente o que o tomador de decisão precisa saber. O ERP Hipcom entrega tudo que acontece em seu negócio em tempo real. O sistema ERP Hipcom permite que você saia na frente de seus concorrentes, tendo uma visão estratégia e ampliada que identifica os obstáculos dos processos e otimiza a sua gestão. Quer saber melhor o que um ERP pode fazer pelo seu negócio? Procure a Hipcom, que possui um ERP implantado em mais de 500 clientes espalhados por todo o Brasil, e vai fornecer dados que irão lhe auxiliar em todos os setores. Conte com a HIPCOM, Juntos vamos Além. 
  
Fonte: Marketing Hipcom
Realização e Projeto Gráfico: Jean Saba
Imagens: Freepick








quarta-feira, 12 de julho de 2017

HIPINFO – Marca é o que mais Pesa na Compra de Vinagre



















Esse deve ser o primeiro critério para organizar os 
produtos da categoria na gôndola. Conheça outros 
nesta reportagem.

Marca é o primeiro critério a ser considerado pelo shopper na hora de comprar vinagre. É o que aponta a fabricante Castelo Alimentos. De acordo com a empresa, os demais  atributos considerados são sabor e ingredientes, no caso  das classes A e B. Já a C/D/E avalia, além da marca, sabor e embalagem. A quantidade adquirida na categoria é de um frasco a cada 40 dias. A embalagem de 750 ml é a mais vendida, representando 95% do volume. A de 500 ml fica com os demais 5%. Segundo a Castelo Alimentos, em 2016, as vendas de vinagres cresceram 15% no varejo alimentar comparado a 2015. Para elevar o giro, a recomendação é realizar cross merchandising no cantinho do churrasco e também no setor de hortifrútis. A Castelo também sugere especial atenção ao sortimento. As lojas voltadas às classes A e B podem trabalhar com as versões balsâmica, tinto, branca e maçã. Já as unidades voltadas ao público com  menor poder aquisitivo, devem priorizar o vinagre de álcool e álcool colorido, seguido dos saborizados.